Podem dizer o que quiserem, os ingleses tramaram-nos com a história do “Scolari no Chelsea”. Não acredito, que isto tenha sido combinado entre o Felipão e o Chelsea. Mas que digam que Portugal fez um bom jogo contra a Alemanha duvido.
Sou da opinião que Portugal acaba sempre por ser derrotado pelo mesmo tipo de futebol. O cínico, neste caso. Itália, França, Grécia, agora Alemanha. Peguemos no exemplo da Alemanha, pois apesar dos erros do árbitro a Alemanha ganhou bem. Tiveram a inteligencia de cancelar 1 treino para ESTUDAR. A Alemanha venceu por ter método, sinceramente ontem foi uma vitória dos técnicos alemães que conseguiram treinar a concentração, estudar os pontos fracos do adversário, e quem esteve atento reparou que a Alemanha entrou no Jogo com tamanha concentração e calma que mais parecia estarem a jogar Xadrez.

Digam o que disserem a Alemanha foi superior, nao pelo seu estilo de futebol, mas pela forma como se preparou para o jogo. Que nos adianta termos dos melhores jogadores do mundo se nao temos técnico à altura. E para aqueles que muito admiram o Scolari, só posso dizer o seguinte: Ele tem elevado a Selecção Nacional não por mérito próprio mas sim pela geração de jogadores excelentes que temos.
Ricardo como é natural, surge como o culpado principal. O Paulo Ferreira também estava uma nódoa, o Bosingwa não sabe o que é cruzar para a área e o Simão esqueceu-se que é preciso jogar em equipa em competições destas. Voltando ao Ricardo, que tantas vezes defendi o homem, por ter sido guarda-redes do meu Sporting e que falha nos momentos mais importantes:

E esse senhor, treinador do Chelsea, não vai aguentar 1 ano frente à equipa londrina. O gajo deu-nos alegrias, isso não há dúvidas mas sais pela porta dos fundos. Basta um jogo para passar de bestial a besta e logo após a derrota contra a Suiça viu-se.
Parabéns ao Moutinho, ao Deco e ao Pepe pelas excelentes exibições, já ao Cristiano Ronaldo, não explodiu mas também não lixou. O próximo seleccionador, a meu ver Manuel José, certamente vai sentar Ricardo no banco e teremos novamente um caso Baía.
Ou então, será José Peseiro como o agfrg tanto referiu.
Desde pequeno que estou habituado a ter animais em casa, desde pássaros ou papagaio a tartarugas ou cágados, passando pelos porquinhos da Índia a esquilos e mesmos os normais cães e gatos.
E agora ao longo destes anos, constato que a minha paixão são efectivamente os gatos. Aprecio-os bastante porque são inteligentes e autênticos e, na minha opinião, são mais parecidos com o ser humano. Os cães são mais extrovertidos, mas não mais brincalhões. A principal diferença de entre os dois, é que os gatos são mais discretos, introspectivos e exigem mais respeito, que o melhor amigo do Homem. E quando digo respeito, refiro-me ao facto de não se pôrem em posição de submissão em relação a nós, ao contrário dos cães em geral que olham para nós a fazer de coitadinhos com os olhos e as orelhas baixas.

Não são traiçoeiros, muitos pensam que sim mas não entendem que nunca se sabe que quando se sentem ameaçados, podem reagir em qualquer momento (uma característica comum a nós). O gato tem a natureza selvagem, isso é que é maravilhoso, além de serem muito charmosos, os seus movimentos e instintos felinos são fantásticos.
A minha mãe, que é tosquiadora de cães e gatos diz que as pessoas que apresentam afinidades com gatos demonstram que são sensíveis e sabem respeitar o espaço dos outros (olha eu).
Dedico este post aos meus três gatos, Ebony, Preta e Ivory que tenho cá em casa e a todos os outros que tive que entretanto nos deixaram, Princesa, Duquesa, Pipoca, Bennetton e Vádia.
O site Colorwars tem um pequeno jogo chamado “Young Me, Now Me“, no qual o objectivo é ir ao vosso álbum de fotos de quando se era mais novo e recriar essa mesma imagem hoje, na idade adulta, o mais parecido possível.
Basta seguir as instruções e enviar a foto para o site Colorwars e eles tratam de publicar. Algumas imagens estão muito originais e divertidas mas, digamos que, existem aquelas no qual a o tempo não ajudou em nada.




Ainda assim, a ideia até é gira.
“Eurico, você neste projecto pareceu-me pouco participativo.” Foi com estas palavras que veio a realidade ao de cima. No final da discussão do projecto de SEI, o professor mostrou-me aquilo que eu já sabia à muito tempo: tornei-me numa pessoa preguiçosa e sem vontade de continuar com os estudos, e logo agora que estou a acabar a faculdade.
Nas apresentações/discussões de projectos, costumo estar calado e só falo quando me dirigem a palavra. Mesmo estando todos os dias com os meus colegas, a verdade é que estava mais distraído do que concentrado e com vontade no projecto. Passei noites sem dormir a fazer companhia aos meus colegas enquanto eu, simplesmente navegava na net (e quando digo navegar, digo ver vídeos no YouTube, mail, sites e mais nada; nem blogar fazia). Chegava sempre atrasado às horas combinadas e algumas vezes, 3 ou 4 horas depois é que eu chegava. É verdade que de vez em quando também ajudava, os meus pontos fortes são a organização e apresentação de relatórios, no qual não admito que falta alguma coisa e foi a minha contribuição ao projecto. Não trabalhei na concepção, fiz uns pequenos reparos aqui ou ali mas nada por aí além.

Portanto, assumo que errei, mas as minhas opiniões também não eram muito tidas em conta quando eu resolvia ajudar, se calhar porque não estava interiorzado com o projecto e com isso era “gozado”.
E com isto, peço desculpas aos meus colegas de grupo pela minha arrogância em chegar atrasado (pelo menos é o que diz o Dr. Phill - o mundo tem que viver à minha volta e sujeitar-se ao meu tempo) e falta de interesse para com o projecto de SEI.
Como ultimamente tenho andado deprimido, cansado, esgotado e pensativo, como é normal, viro para a música para encontrar aquele apoio psicológico. O meu estado de alma neste momento:
Sound the bugle now - play it just for me
As the seasons change - remember how I used to be
Now I can’t go on - I can’t even start
I’ve got nothing left - just an empty heartI’m a soldier - wounded so I must give up the fight
There’s nothing more for me - lead me away…
Or leave me lying hereSound the bugle now - tell them I don’t care
There’s not a road I know - that leads to anywhere
Without a light, I fear that I will - stumble in the dark
Lay right down - decide not to go onThen from on high - somewhere in the distance
There’s a voice that calls - remember who you are
If you lose yourself - your courage soon will followSo be strong tonight - remember who you are
Ya you’re a soldier now - fighting in abattle
To be free once more -Ya that’s worth fighting for.
Bryan Adams: Sound the Bugle
Ao passar hoje o dia na faculdade soube de umas novidades que não estava nada à espera e que veio ainda mais complicar a minha vida nestes dois últimos meses de faculdade.
Vejam vocês mesmos:
Estado dos projectos:
Eu sei que à primeira vista parece tudo bem definido mas acreditem, longas noites sem dormir e fins de semana na faculdade me esperam.
Prometo que farei os possíveis para manter os blogs actualizados mas não da maneira que estão agora.
Wish me luck
Ando tão ocupado com os meus projectos da faculdade e ainda tenho que fazer a vontade ao cenourinha em mostrar serviço no TugaSport sobre o Euro 2008. Como tal, tenho de cortar em algum lado; aqui e no Tugatrónica faço breves passagens tentando postar pelo menos uma vez ao dia, mas o tempo não ajuda e muitas vezes só me apetece ir mesmo logo para a cama.
O que estou a fazer no TugaSport está a ficar giro, mas já podia ter sido feito antes do Euro. Acontece que as prioridades de então, eram diferentes pois, exames e trabalhos tinham que ser feitos.
Já vamos com 9 dias em Junho e pouco adiantei. Já tenho prazos para entregar os projectos e por isso mesmo estou a ver algumas idas à faculdade durante o fim de semana.
Aproveito e mudo mais uma vez o tema deste blog (para não variar não é?), o outro dava muito trabalho só para postar coisas.
Enfim, só para vos dizer que estou ainda vivo