Computação Ubíqua é o futuro
A disciplina de Sistemas Embebidos na faculdade tem sido bastante interessante sobre este tema. Ao longo das aulas, cada grupo tem que fazer uma apresentação com base em artigos que envolvem a computação ubíqua fornecidos pelo professor, com permissão para explorar outros artigos que encontrásse-mos durante a pesquisa para o nosso tema.
Posso dizer que já aprendi coisas bastante interessantes: Smart Buildings, RFID, sem esquecer a “Internet 0” que foi aquele que apresentei, juntamente com o meu colega à 2 semanas atrás. Acontece que este tema é bastante interessante e andava à procura de uma fácil explicação para explicar o que consiste a computação ubíqua.
Acabei por encontrar uma definição porreira no site da Peopleware, pelas mãos do Pedro Pinto, curiosamente publicado dois dias antes da minha apresentação:
“Marc Weiser, considerado o pai da computação ubíqua, previu há uma década atrás que no futuro, os computadores habitarão nos mais triviais objectos: etiquetas de roupas, chávenas de café, interruptores de luz, canetas, etc, de forma invisível para o utilizador.
Neste mundo de Weiser, devemos aprender a conviver com os computadores, e não apenas interagir com eles. Segundo a visão de Mark Weiser - “centenas de minúsculos computadores interagem e integram-se no ambiente de um modo tão natural que deixamos de ter a percepção da sua existência”.
A ideia básica da computação ubíqua é que a computação move-se para fora das estações de trabalho e computadores pessoais e torna-se pervasiva (implica que o computador está inserido no ambiente de forma invisível para o utilizador) na nossa vida quotidiana.
A computação ubíqua é uma área integradora de várias competências - programação; engenharia de software; sistemas de informação; inteligência artificial; redes; sistemas distribuídos.”
Podem ler o resto do artigo aqui.


















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